Já que o assunto há três posts foi sobre propagandas de cerveja que exploram excessivamente (leia-se eroticamente) a imagem da mulher, que tal estas abordagens nada convencionais?
Já que o assunto há três posts foi sobre propagandas de cerveja que exploram excessivamente (leia-se eroticamente) a imagem da mulher, que tal estas abordagens nada convencionais?
Washington Olivetto é Washington Olivetto até quando se mete a inventor de expressões.
Volta e meia, ele costuma dizer que, às vezes, sente uma inveja saudável em relação a alguns comerciais que ele, eventualmente, não tenha sido o autor. Em seu blog oficial, há alguns dias, ele postou um texto dizendo que este filme, intitulado “Dear John”, da marca de fitas BASF, é um desses filmes que despertam o tal sentimento.
Em resumo, este filme, que fez sucesso nos anos 80, se dá em pleno campo de batalha, onde o capitão distribui correspondências de familiares enviadas aos soldados, em plena guerra. Imagine a emoção.
Bem, um dos soldados, chamado John, não recebe uma carta, mas, sim, uma fita. Radiante, ele pega a fita e coloca em seus toca-fitas e diz que é de sua namorada e que eles, em breve, vão se casar. Então ele dá play. Eis que sua amada, com uma linda voz, começa a cantar uma bela canção, comovendo todos os seus colegas, inclusive o capitão. Quando, não mais que de repente, ela diz, na letra da música, que o seu amor por ele acabou e ela está, agora, com o irmão de John.
Ele, de pronto, fica sem jeito, estarrecido mediante tal revelação. Quando cessa a canção, ele deixa o gravador e abaixa a cabeça, entristecido. Por fim, surge uma tela com o produto e a frase, even the bad times sound good, algo como, em português, até mesmo os maus momentos soam bons. Na volta da cena, o capitão diz a celebre frase, play it again John, ou então, em português, põe de novo, John.

Está pensando o quê? O pessoal da Ariranha também usa maquiagem. E tem mais: usa terno, sapato social e um novo par de meia, sem furos.
Também não é pra menos: depois de uma longa jornada de algumas semanas quebrando a cabeça na estruturação da agência para a apresentação da primeira pré-banca, que será realizada na próxima sexta-feira, dia 17, temos de nos dar ao luxo de ficar bonitinhos pra sair na foto. Ou não temos?
As fotos, por sua vez, foram utilizadas na composição do nosso broadside e em nossos wallpapers promocionais. Em breve, você poderá conferir estas peças. Em breve.
Você está cansado (a) das propagandas de cerveja criadas por agências brasileiras, onde sempre há exploração da figura da mulher, gostosa, sedutora, linda, maquiada, e que está sempre sorridente à espera de um brinde sacana?
Pois bem, então assista a este filme. Depois conte pra gente o que achou. Além do impecável trabalho de fotografia, este filme parodia a explosiva canção O Fortuna, de Carl Off.
It’s a real big ad!

Mais uma noite de blá-blá-blá no estúdio de som e imagem, do IMES/FAFICA. Desta vez, a discussão girou em torno da apresentação da primeira pré-banca, que será realizada no dia 17 de abril.
Dentre os temas abordados pelos Babilônicos, a elaboração do roteiro do vídeo institucional da Babel Comunicação e o material de apoio que será entregue aos docentes que irão compor a banca ganharam destaque, por se tratarem de tarefas um tanto quanto minuciosas e que implicarão tempo, muito tempo. Além disso, houve a definição dos trajes que toda a equipe irá usar no dia da apresentação.
Quem sabe, desta forma, dê pra botar banca mesmo. Quem sabe, quem sabe.
Dáblio, dáblio, dáblio, ponto, babel comunicação, ponto, com, ponto, be, erre.

Se você estiver à toa, com vontade de fazer algo que realmente valha a pena, assista a este filme.
Acredite: não o recomendamos apenas pelo fato de fazer referência ao nome de nossa agência. Babel é, de fato, um filme que carrega uma magnífica mensagem: tudo o que fazemos aqui, em nosso convívio social e numa determinada época, poderá afetar e/ou influenciar outras pessoas e eventos em diferentes localidades do planeta – embora haja quilômetros e quilômetros de distância.
Com narrativa em flashback, Babel é desafiador, questionador e põe em xeque os valores e princípios do ser humano, sem se preocupar com a nacionalidade e crença de cada povo.
Agora, se quiser fazer algo que realmente não valha a pena, assista à eliminação do próximo Brother.
Washington Olivetto dispensa apresentações. Melhor mesmo é assistir à entrevista e ouvir o que esse velhinho tem a dizer sobre sua agência, a W/Brasil, entre os outros assuntos relacionados direta ou indiretamente à Propaganda brasileira e internacional.

Esta foto, tirada às vésperas de uma Zeca-feira, registra um momento de profunda concentração dos Babilônicos. Neste dia, estávamos no estúdio de som e imagem, do IMES/FAFICA, matutando a respeito do melhor caminho para a criação da identidade visual da Babel Comunicação, bem como as peças que irão compor a sua papelaria. Afinal de contas, não queremos fazer feio. Tampouco mais ou menos.